PROFESSOR PALPITÃO

Lição 24

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No mês passado abordamos uma técnica que nos permite a possibilidade de obter um dinheiro extra, mesmo que não tenhamos recebido algum tipo de aumento de salário, ou aumento nas nossas vendas caso trabalhemos por conta própria.

 Gastar menos é uma boa maneira de termos mais dinheiro no bolso. Claro, existem situações na vida que nem sempre permitem fazermos economia, mas algumas circunstâncias podem ser evitadas.

 A dica deste mês tem como objetivo chamar sua atenção para uma situação muito comum atualmente: bancos e financiadoras com programas de empréstimos, sem muita burocracia e facilidade de acesso.

 O crédito hoje disponível na praça ainda é grande, ainda que já existam indícios de que o endividamento do consumidor possa ter chegado a um limite. Esse limite é o cálculo feito pelas instituições financeiras, que indicam até onde o público em geral consegue pegar mais dinheiro emprestado e honrar seus compromissos.

 Quando você anda pelas ruas e avenidas dos centros comerciais, é comum haverem pessoas distribuindo panfletos de instituições financeiras dispostas a emprestarem dinheiro em troca de juros cobrados.

 Cobrança de juros por esses estabelecimentos é normal, afinal vivem disso. E quem trabalha nessas empresas tem seu sustento originado pelo emprego que bancos e financiadoras disponibilizam.

 O que você deve ter em mente é o entendimento do motivo que nos impulsiona para tomar o empréstimo. Se a geladeira quebrou e não tem mais conserto, ou se este fica muito caro, tudo bem, vá em frente. Mas se for para comprar um aparelho novo de TV só porque o cunhado comprou fique esperto: você de fato precisa ou está apenas querendo ter um aparelho igual?

 Uma vez decidido pegar o empréstimo, não devemos assumir prestações sem saber primeiro se teremos condições de assumir os compromissos. Elas terão que ser pagas todo mês, até liquidarmos todo o empréstimo.

 Devemos ter cuidado na quantia a ser emprestada. Se vamos trocar a geladeira temos que saber qual o modelo comprar. Cuidado com a empolgação, pra não cair na armadilha de comprar aquele modelo sensacional, último lançamento, e depois descobrir que ele conserva os alimentos tanto quanto um modelo mais em conta.

 Ah! Sim, mais um detalhe: geralmente as instituições e financiadoras emprestam dinheiro tendo uma reserva para os pagadores duvidosos. Para quem não sabe, se alguém dá um calote, as empresas do ramo lançam mão dessa reserva pra cobrir a diferença. Mas essa diferença acaba sendo “embutida” na taxa de empréstimo que nós pagamos, ou seja, nós mesmos é que bancamos os maus pagadores.  

                          Até o próximo mês.

Por -   prof_palpitao@palpitao.com.br