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No mês
passado abordamos uma técnica que nos permite a
possibilidade de obter um dinheiro extra, mesmo que não
tenhamos recebido algum tipo de aumento de salário, ou
aumento nas nossas vendas caso trabalhemos por conta
própria.
Gastar menos é uma boa maneira de
termos mais dinheiro no bolso. Claro, existem situações na
vida que nem sempre permitem fazermos economia, mas
algumas circunstâncias podem ser evitadas.
A dica deste mês tem como
objetivo chamar sua atenção para uma situação muito comum
atualmente: bancos e financiadoras com programas de
empréstimos, sem muita burocracia e facilidade de acesso.
O crédito hoje disponível na
praça ainda é grande, ainda que já existam indícios de que
o endividamento do consumidor possa ter chegado a um
limite. Esse limite é o cálculo feito pelas instituições
financeiras, que indicam até onde o público em geral
consegue pegar mais dinheiro emprestado e honrar seus
compromissos.
Quando você anda pelas ruas e
avenidas dos centros comerciais, é comum haverem pessoas
distribuindo panfletos de instituições financeiras
dispostas a emprestarem dinheiro em troca de juros
cobrados.
Cobrança de juros por esses
estabelecimentos é normal, afinal vivem disso. E quem
trabalha nessas empresas tem seu sustento originado pelo
emprego que bancos e financiadoras disponibilizam.
O que você deve ter em mente é o
entendimento do motivo que nos impulsiona para tomar o
empréstimo. Se a geladeira quebrou e não tem mais
conserto, ou se este fica muito caro, tudo bem, vá em
frente. Mas se for para comprar um aparelho novo de TV só
porque o cunhado comprou fique esperto: você de fato
precisa ou está apenas querendo ter um aparelho igual?
Uma vez decidido pegar o
empréstimo, não devemos assumir prestações sem saber
primeiro se teremos condições de assumir os compromissos.
Elas terão que ser pagas todo mês, até liquidarmos todo o
empréstimo.
Devemos ter cuidado na quantia a
ser emprestada. Se vamos trocar a geladeira temos que
saber qual o modelo comprar. Cuidado com a empolgação, pra
não cair na armadilha de comprar aquele modelo
sensacional, último lançamento, e depois descobrir que ele
conserva os alimentos tanto quanto um modelo mais em
conta.
Ah! Sim, mais um detalhe:
geralmente as instituições e financiadoras emprestam
dinheiro tendo uma reserva para os pagadores duvidosos.
Para quem não sabe, se alguém dá um calote, as empresas do
ramo lançam mão dessa reserva pra cobrir a diferença. Mas
essa diferença acaba sendo “embutida” na taxa de
empréstimo que nós pagamos, ou seja, nós mesmos é que
bancamos os maus pagadores.
Até o
próximo mês.
Por
- prof_palpitao@palpitao.com.br
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