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Prezados
leitores e leitoras, na última lição começamos a dar
a forma inicial da nossa planilha para controle orçamentário.
Também falamos sobre a importância de mantermos nossa
solvência, lembram-se?
Para relembrar nossa 1ª lição,
o ato de orçar, elaborar um orçamento, que nada mais
é que ter conhecimento antecipado das despesas e
receitas, tem utilidade prática tanto para cada um de nós
como também para uma empresa. Toda empresa organizada
tem esse controle, realizado através da contabilidade.
A escrituração contábil pode ser feita por um escritório
contratado para essa finalidade, ou feita pela própria
empresa. Já imaginaram quem gasta sem saber para onde
vai o dinheiro?
Para gastarmos precisamos ter
dinheiro originado de algum ganho, seja como patrão ou
empregado. Gastar dinheiro, comprometer nossas economias
sem ter uma fonte de receita é arriscado. Daí a importância
da solvência, que nada mais é que nossa capacidade de
pagarmos as dívidas que temos.
Os primeiros contornos da nossa
planilha ficaram assim:
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RECEITA
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(-)
DESPESA
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(=)
SALDO
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Talvez a maioria de nós tenha
como receita principal nosso salário, mas existem
pessoas que obtém rendimentos de outras formas, como a
renda de um imóvel alugado, ou a renda de dinheiro
investido em caderneta de poupança, por exemplo.
Portanto, vamos estabelecer no nosso exemplo que alguém
receba um pouco de cada uma dessas formas de renda, por
mês:
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1-
RECEITAS:
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1.1-
SALÁRIO MENSAL
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1.2-
RENDIMENTO/POUPANÇA
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1.3-
RENDIMENTO/ALUGUEL
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1.4-
RENDIMENTO/VARIÁVEL
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1
- TOTAL/RECEITAS
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O total de receitas é a soma de
cada uma das formas acima. Para quem recebe somente salário
terá uma planilha mais simples, mas o raciocínio é o
mesmo:
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1-
RECEITAS:
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1.1-
SALÁRIO MENSAL
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1
- TOTAL/RECEITAS
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Continua na próxima, até lá!
Por
- prof_palpitao@palpitao.com.br
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